quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fique Atento

Você se lembra do asteróide que passou em 2009? O 2009 DD45, que tinha entre 21 e 45 metros de diâmetro, um pouco grande né? Esse asteróide passou por cima do Oceano Pacífico....
E$ntão, fique preparado pois no dia 08 desse mesmo mês (novembro), irá passar um novo asteróide, só que desta vez um pouco maior, 400 metros de diâmetro. Esse asteróide recebeu o nome de 2005 YU55, que irá passar a 0,85 distâncias lunares da Terra, a passagem do asteróide dará para ser vista com um telescópio de 15cm de diâmetro... Bom para os "curiosos" e astrônomo.

Se prepare porque exatamente dia 08 de novembro às 23h28min e em 09 de novembro às 07h13min...

Assista abaixo uma simulação do que acontecerá se 2005 YU55 colidir com a Terra:

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Siderúrgica processa pesquisadores que avaliam impacto ambiental no Rio
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PAULA BIANCHICOLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) está processando por danos morais dois pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e uma da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) que realizam estudos sobre o impacto ambiental da siderúrgica na zona oeste do Rio.
O pneumologista do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, Hermano Castro, o engenheiro sanitarista Alexandre Pessoa Dias, do Laboratório de Educação Profissional em Vigilância em Saúde, e a bióloga Mônica Lima, da Hospital Universitário Pedro Ernesto, são acusados, segundo a CSA, de tecer declarações públicas "contendo sérias denúncias contra a empresa, sem comprovação".
Dias diz que ainda não teve acesso ao processo e não sabe o que o motivou. Para ele, o problema da poluição da CSA é "público e notório". "Uma fábrica solta partículas no ar como se fosse normal. Nós informamos que há outros componentes nestas partículas, que podem ser prejudiciais", afirma. "Estamos trabalhando em cima de evidências. Quando somos chamados é nosso papel falar sobre o que estudamos."
O Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz vê os processos como uma retaliação ao relatório "Avaliação dos impactos socioambientais e de saúde em Santa Cruz decorrentes da instalação e operação da empresa TKCSA", publicado em setembro, afirmação contestada pela CSA.
O sindicato afirma ainda que a ação de processar os pesquisadores é "um ataque à livre expressão científica" --a ação contra Dias, único dos professores que assina o relatório, foi instaurada em 14 de outubro, após a publicação do documento.
O texto, encaminhado ao Ministério Público e à Defensoria Pública Federal, foi publicado na íntegra no site da Fiocruz e aponta diversas incongruências na instalação e operação da empresa, entre elas o aumento de 1000% na quantidade de ferro no ar em relação aos teores encontrados nas estações localizadas na região antes do início da pré-operação da CSA.
CRISES RESPIRATÓRIAS E DOENÇAS
Desde a inauguração da transnacional, em junho de 2010, moradores da região denunciam o aumento de casos de crises respiratórias e doenças de pele. Em duas ocasiões a companhia depositou ferro-gusa em poços ao ar livre o que gerou uma chuva de um pó brilhoso prateado na região, identificado pela empresa como pó de grafite.
No entanto, segundo o relatório, a avaliação da poeira coletada por um morador da região revelou a existência de substâncias tóxicas oriundas do processo siderúrgico, "além da presença de ferro, várias outros elementos químicos compõem o material particulado em questão, como cálcio, manganês, silício, enxofre, alumínio, magnésio, estanho, titânio, zinco e cádmio, dentre outras".
"Diversos estudos epidemiológicos nacionais e internacionais revelaram forte associação entre a exposição ambiental por material particulado e os índices de mortalidade infantil, casos de asma, bronquite crônica, infecções do trato respiratório, doenças do coração, derrames e câncer, dentre outras", continua o texto.
Para a Fiocruz, a judicialização da questão apenas atrapalha o debate e os pesquisadores têm toda solidariedade da instituição, que os considera referência tanto ética quanto científica neste campo de estudos.
Ainda nesta semana a Fundação deve instituir um grupo de trabalho interdisciplinar para ampliar os estudos do relatório. A Folha não conseguiu falar com a Uerj.
Segundo o Inea (Instituto Estadual do Ambiente), em breve será assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a CSA, prorrogando a fase de testes da Licença de Instalação (LI).
Nesta segunda-feira o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) requereu em uma liminar que a CSA seja proibida de despejar ferro gusa em poços ao ar livre. "O resultado da análise técnica comprovou a relação direta entre a prática da TKCSA e a violação do padrão de qualidade do ar nas comunidades vizinhas à empresa", afirma o órgão
O Ministério Público já denunciou a empresa por supostos crimes ambientais duas vezes.
As baterias de carro contêm chumbo, que gera problemas ao sistema nervoso, enfraquece os ossos, causa anemia. Essas substâncias tóxicas podem se instalar em seu corpo de forma simples: uma vez despejadas no solo, têm suas matérias-primas decompostas, são ingeridas por vermes e minhocas e, em contato com o lençol freático, entram na cadeia alimentar por meio das plantas. Como você é o último componente desse ciclo, consome as substâncias absorvidas ao longo do processo.
As lâmpadas fluorescentes contêm vidro e metal, e são compostas por fósforo e mercúrio. O fósforo favorece o surgimento de câncer e provoca lesões nos rins e no fígado; o mercúrio, se inalado, pode causar dor de cabeça, febre, fraqueza muscular. A esses "poluidores" se unem outros, como computador e pneu, todos com componentes tóxicos na composição.
O Brasil é o país que mais descarta computadores pessoais per capita --0,5 kg por habitante--, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Na China é de 0,2 kg por pessoa.
O número dessas máquinas vendidas no país sobe 15% a 20% ao ano: em 2010, atingiu 13,3 milhões, de acordo com a consultoria IT Data.
No mundo todo, são geradas 40 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos anualmente, sendo que apenas 10% passam por reciclagem de forma apropriada.
O trabalho de desmontagem e o reaproveitamento é pouco conhecido por aqui, segundo o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática da USP).
REAPROVEITAMENTO
Para entender a importância de dar destino certo ao velho aparelho de TV ou ao computador, é preciso se dar conta de que quase 50% dos eletroeletrônicos é composto de plástico e ferro, insumos largamente aproveitáveis. O chumbo volta à ativa como matéria-prima. O vidro das telas gera cerâmica vitrificada, empregada em pisos.
Grande parte do asfalto vem dos pneus que são dispensados adequadamente. Embora a valorização energética --em caldeiras de indústrias, por exemplo-- seja o principal destino, boa parte deles é utilizada para fazer asfalto ecológico, piso de quadras poliesportivas e artefatos de borracha, como tapetes e sapatos.
Segundo a Reciclanip, entidade responsável pela coleta de pneus e ligada à Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), em 2010 o Brasil reciclou mais de 300 mil toneladas de pneus, equivalente a quase 62 milhões de unidades de carros.
ONDE DESCARTAR
Jogar o lixo no lugar certo ajuda a sustentabilidade do planeta porque significa economia e aproveitamento de matéria-prima. Por isso, alguns países fazem recomendações oficiais para o descarte correto do produto.
No Brasil, uma iniciativa desse tipo seria de grande valia, porque só em São Paulo o volume mensal de compra de óleo é de mais de 20 milhões de litros, segundo pesquisa da Nielsen. Aqui, algumas empresas e hospitais fazem a coleta daquilo que já não serve mais para você.

reciclagem

Reciclagem vai além do ensino formal
Para continuar afiado no ambiente de trabalho, especialistas recomendam a busca contínua pelo aperfeiçoamento. Aliás, essa orientação vale para todas as faixas etárias. Eles lembram, porém, que não é acumulando cursos de grande duração que se terá a melhor atualização. “Quem tem entre 40 e 50 anos não precisa acumular várias pós-graduações, não precisa colecionar diplomas. Faz uma pós, depois um MBA”, ensina Ma­­riciane Gemin, consultora da Asap.
Ela recomenda ainda que, após realizar essas especializações, o profissional opte por cursos mais curtos e com um investimento “mais confortável” ao bolso. Porém, não é só pelo ensino formal que as pessoas estão buscando se reciclar. “Hoje os profissionais estão se reciclando de várias formas, como a especialização, a participação em palestras e seminários, a leitura de jornais e revistas, as pesquisas na internet e a participação em fóruns de discussão dentro da sua área de atuação”, diz Andréa Gauté, consultora da ACTA.
A participação em congressos e seminários, além de uma ferramenta de reciclagem, é uma maneira de ampliar o net­­working, conhecer outros estilos de trabalhar e outros métodos de produção. “É muito im­portante manter seu net­­working ativo, ou seja, manter a troca de ideias e se relacionar com profissionais de outras empresas e áreas de atuação”, salienta Andréa.
Mudar de ares ajuda, até sem deixar a empresa
Quando o profissional se sente estagnado e não vislumbra mais desafios em sua empresa, é hora de dar uma parada para analisar se está na hora de trocar de em­­presa – ou de função dentro da mesma empresa. “É preciso desde cedo criar o hábito de pequenas paradas para se observar o que se está fazendo. Conver­­sar com algum amigo ou com a técnica do coaching, que também ajuda a cortar arestas. Para estar pronto para as mudanças, é preciso estar bem consigo mesmo”, diz Susana Azevedo, especialista em coaching.
O profissional deve observar se a origem da insatisfação está na empresa ou na sua atividade, ou ainda no mercado em que atua. Muitas vezes, o desalinhamento está na falta de clareza com relação ao seu objetivo profissional e propósito de vida. “Em alguns casos, vale a pena conversar com o gestor e verificar a possibilidade de mudança no escopo do trabalho e nas responsabilidades dentro de sua área de atuação”, explica Andréa Gauté, consultora da ACTA.