1. Cada lixo no seu quadrado (ou saco…)
A organização anunciou que o investimento para que as metas de destinação correta do lixo sejam atingidas é de mais de 200 mil reais. Todo material, da montagem à desmontagem, deverá ser destinado com menor impacto possível.
A Cooperativa Barracoop, escolhida para atuar em parceria com a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), ganhará as receitas geradas com a venda dos resíduos coletados nos dias de evento. Para ajudar na tarefa, lojistas, patrocinadores e fornecedores terão equipamento de coleta. A organização do evento formou equipes de bares, restaurantes e lojas para conscientizar sobre a geração de lixo e treinar a separação correta em sacos próprios para essa ação.
O público terá à disposição 600 contentores adesivados e espalhados pela Cidade do Rock para que o descarte individual também separe os materiais. Ao término do evento, todos contentores serão instalados em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).
2. Material fértil
Os resíduos orgânicos serão transformados em adubo por compostagem pela Usina de Transferência e Reciclagem do Caju, na Zona Portuária, e usados no projeto “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento que pretende recuperar 1,5 mil hectares de mata até 2012.
3. Para zerar as emissões
Todas as emissões contabilizadas durante a montagem, desmontagem, shows e intervalos da Cidade do Rock serão neutralizadas por meio de co-financiamento de projetos de seqüestro de carbono e estudo de tecnologias para redução das emissões. Mais de 40 mil árvores foram plantadas depois das últimas edições em Lisboa (2006, 2008 e 2010) e Madrid (2008 e 2010).
Cada artista recebe um certificado que mostra que as emissões de carbono produzidas durante o show foram compensadas (o que inclui deslocamento de pessoas e materiais e energia gerada na apresentação).
4. Carro nem pensar
A organização do Festival estimula o público a chegar à Cidade do Rock via transporte público. Por isso, não haverá estacionamento perto da entrada e uma linha de ônibus foi criada para essa demanda. Os motivos são simples: quem quer passar pelo estresse de ficar parado dentro de um carro antes de curtir um festival de música? É mais sustentável “entrar no clima” antes e sair com bom humor para a maratona “musical”.
5. Pra fumar e guardar
Mímicos abordarão o público durante o festival para distribuir “porta-bitucas” e estimular os fumantes a não descartarem o resto dos cigarros no chão. Ao todos, serão distribuídos 100 mil brindes durante os sete dias de evento.
6. Desconstrução da Cidade do Rock
A madeira utilizada na estrutura do Festival poderá ser reutilizada, doada a ONGs ou transformada em material para construção civil. Os resíduos que não puderem ser reaproveitados serão descartados em aterros sanitários (entenda a diferença entre aterro sanitário e lixão).
7. Música na formação de jovens
Este ano, o projeto Por Um Mundo Melhor tem ações voltadas para a formação musical de jovens, com iniciativas como a Campanha Nacional de Doação de Instrumentos Musicais (instrumentos novos, usados e até mesmo danificados estão sendo recebidos até 2 de outubro nas agências dos Correios e serão entregues a instituições que utilizam a música na formação dos jovens. Os instrumentos passarão por processo de avaliação e reparo e mais de 120 ONGs se candidataram para recebê-los), Oficina de Capacitação de Luthier (o evento montou com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos oficina de formação de assistentes de Luthier, especializados no conserto e manutenção de instrumentos) e montagem de salas de música e capacitação de professores em escolas no Rio de Janeiro.
A organização anunciou que o investimento para que as metas de destinação correta do lixo sejam atingidas é de mais de 200 mil reais. Todo material, da montagem à desmontagem, deverá ser destinado com menor impacto possível.
A Cooperativa Barracoop, escolhida para atuar em parceria com a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), ganhará as receitas geradas com a venda dos resíduos coletados nos dias de evento. Para ajudar na tarefa, lojistas, patrocinadores e fornecedores terão equipamento de coleta. A organização do evento formou equipes de bares, restaurantes e lojas para conscientizar sobre a geração de lixo e treinar a separação correta em sacos próprios para essa ação.
O público terá à disposição 600 contentores adesivados e espalhados pela Cidade do Rock para que o descarte individual também separe os materiais. Ao término do evento, todos contentores serão instalados em UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).
2. Material fértil
Os resíduos orgânicos serão transformados em adubo por compostagem pela Usina de Transferência e Reciclagem do Caju, na Zona Portuária, e usados no projeto “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento que pretende recuperar 1,5 mil hectares de mata até 2012.
3. Para zerar as emissões
Todas as emissões contabilizadas durante a montagem, desmontagem, shows e intervalos da Cidade do Rock serão neutralizadas por meio de co-financiamento de projetos de seqüestro de carbono e estudo de tecnologias para redução das emissões. Mais de 40 mil árvores foram plantadas depois das últimas edições em Lisboa (2006, 2008 e 2010) e Madrid (2008 e 2010).
Cada artista recebe um certificado que mostra que as emissões de carbono produzidas durante o show foram compensadas (o que inclui deslocamento de pessoas e materiais e energia gerada na apresentação).
4. Carro nem pensar
A organização do Festival estimula o público a chegar à Cidade do Rock via transporte público. Por isso, não haverá estacionamento perto da entrada e uma linha de ônibus foi criada para essa demanda. Os motivos são simples: quem quer passar pelo estresse de ficar parado dentro de um carro antes de curtir um festival de música? É mais sustentável “entrar no clima” antes e sair com bom humor para a maratona “musical”.
5. Pra fumar e guardar
Mímicos abordarão o público durante o festival para distribuir “porta-bitucas” e estimular os fumantes a não descartarem o resto dos cigarros no chão. Ao todos, serão distribuídos 100 mil brindes durante os sete dias de evento.
6. Desconstrução da Cidade do Rock
A madeira utilizada na estrutura do Festival poderá ser reutilizada, doada a ONGs ou transformada em material para construção civil. Os resíduos que não puderem ser reaproveitados serão descartados em aterros sanitários (entenda a diferença entre aterro sanitário e lixão).
7. Música na formação de jovens
Este ano, o projeto Por Um Mundo Melhor tem ações voltadas para a formação musical de jovens, com iniciativas como a Campanha Nacional de Doação de Instrumentos Musicais (instrumentos novos, usados e até mesmo danificados estão sendo recebidos até 2 de outubro nas agências dos Correios e serão entregues a instituições que utilizam a música na formação dos jovens. Os instrumentos passarão por processo de avaliação e reparo e mais de 120 ONGs se candidataram para recebê-los), Oficina de Capacitação de Luthier (o evento montou com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos oficina de formação de assistentes de Luthier, especializados no conserto e manutenção de instrumentos) e montagem de salas de música e capacitação de professores em escolas no Rio de Janeiro.
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